Archive for category Outros

W3C lança o Unicorn, uma ferramenta para a validação dos padrões Web

A W3C lançou o Unicorn, um ferramenta que visa ajudar as pessoas a melhorar a qualidade das suas páginas Web. O Unicorn combina quatro ferramentas populares, incluindo validação de HTML, validação de CSS, mobileOk checker, e validação de Feeds, em apenas uma interface. Isso significa que você pode verificar sua página Web visitando apenas uma url ao invés de quatro. O Unicorn possibilita você escolher validar seu site com as quatro validações de uma só vez, ou então de forma individual.

O Unicorn oferece três formas diferentes para que você envie seu Web site para que ele possa ser validado: você pode enviar a url da página a ser testada, fazer upload do arquivo, ou recortar e colar o código diretamente em um text box.

Validações, como testes unitários, são uma garantia de qualidade. A tarefa de seguir todos os padrões não é fácil, mas uma ferramenta de validações pode ajudar você a assegurar a qualidade de seu Web site. A validação pode, entretanto, ser um processo tedioso e custoso, especialmente em casos onde você precisa fazer com que um site existente siga os padrões.

A simplicidade das ferramentes utilizadas para fazer as validações e verificar a compatibilidade com os padrões reduzem os esforços para descobir o que deve ser feito. Realizar quatro validações simultâneamente, que é o que o Unicorn faz, definitivamente simplifica os esforços gastos em enviar arquivos para quatro urls diferentes de validações e verificar os resultados de forma separada.

Se você está criando um novo Web site, o uso de ferramentas de validação em cada página desenvolvida possui o mesmo sentido do que fazer testes unitários. Se você é o responsável por melhorar ou manter um web site já existente também.

… estar de acordo com os padrões como HTML, CSS, e acessibilidade, é a coisa certa a fazer, e também é a escolha mais rentável. Guidelines e ferramentas estão prontas para lhe ajudar na criação de um Web site que esteja de acordo com os padrões da Web, garantindo acessibilidade, custo efetivo de desenvolvimento, e fácil manutenção.

Essa citação foi retirada do artigo feito pelo WC3 Quality Assurance Group.

Fazer com que um site existente siga os padrões é a coisa certa a fazer, porém isso não significa que será uma tarefa fácil. É necessário ter uma estratégia.

Decidir como transformar um site existente em um site que segue os padrões é uma decisão difícil de se fazer. Seu site pode ter legados, documentos não mantidos em múltiplos formatos ou pode ainda ter uma quantidade gigante de documentos, fazendo com que a atualização dos mesmos não seja trivial. Seu site pode ter sido planejado de uma forma simples e com tecnologias flexíveis, o que irá facilitar essa tarefa, ainda que, para fazer uma atualização no site, seja necessário comprometer algumas partes.

Existem duas formar típicas para tornar um Web site existente siga os padrões: fazer tudo de uma vez (a forma errada), ou manualmente validar cada página (a forma difícil).

O artigo ainda discute as duas aborgadens, analizando por que elas estão erradas, e sugerindo uma terceira: sistematicamente atualizar uma sessão de cada vez.

O uso de ferramentas de validação, como o Unicorn, é um passo necessário no processo para que garantir a qualidade do nosso site. [É necessário notar que algumas validações - os padrões da Americans with Disabilities Act (ADA), por exemplo - não são passíveis de testes de validação automática].

Fonte: InfoQ

, ,

No Comments

Ciberbullying: o que fazer quando seu filho é o agressor?

A garotada sabe tudo sobre internet. E quase nada sobre respeito.

Antes de tudo, peço desculpas pelo palavrão cheio de consoantes que você acaba de ler. Ciberbullying é um termo esquisito. Soa aos meus ouvidos como um pedregulho, como uma agulha desgastada que arranha um disco de vinil. Quem nasceu depois dos anos 90 talvez nunca tenha visto um desses bolachões, mas certamente sabe o que é ciberbullying. A palavra, em inglês, foi importada e rapidamente incorporada ao nosso vocabulário assim como a maioria dos hábitos e ferramentas que a internet instituiu.

Sob vários aspectos, a internet mudou nossa vida para melhor. Sabe-se, porém, que também trouxe problemas. Um deles foi ter amplificado o poder devastador do bullying, um tipo odioso de violência escolar. O bullying ocorre quando o agressor é mais forte ou mais poderoso que a vítima. É praticado por quem insiste em humilhar, subjugar, agredir o colega, isolá-lo do grupo. Quem já passou por isso sabe que as consequências podem ser duradouras. Podem surgir sintomas físicos, doenças psicossomáticas, problemas emocionais, sociais e de aprendizagem.

O bullying no meio digital (ou ciberbullying) tornou-se uma grande preocupação dos pais que têm filhos em idade escolar. Li um interessante estudo publicado em julho na revista científica Archives of General Psychiatry. Um resumo do artigo você encontra neste link. O trabalho menciona uma estatística sobre ciberbullying entre estudantes de 10 a 17 anos nos Estados Unidos. Nessa amostra, 12% declararam ter agredido alguém pela internet; 4% disseram ter sido alvo de agressão e 3% revelaram ter estado nas duas posições. Ou seja: em algumas vezes foi o agressor. Em outras, o agredido.

Todos nós tentamos proteger nossas crianças dessa ameaça. E se o seu filho estiver do outro lado? E se você descobrir que, em vez de vítima, ele é o agressor? A probabilidade de ter em casa uma criança ou jovem que pratica ciberbullying não é baixa. Dependendo da idade da criança, ela nem entende direito a extensão dos danos provocados pelas agressões. Mas agridem. Recentemente ouvi duas histórias que chamaram minha atenção para o desafio que os pais e as escolas enfrentam.

Três meninas de 10 anos se encontraram na frente de um computador e decidiram dizer tudo o que pensavam sobre uma coleguinha de classe. Bancaram as “supersinceras”. Escreveram coisas do tipo: “você é chata”, “você acha que tudo tem de ser do seu jeito”, “nunca mais quero ser sua amiga” etc. Dá para imaginar a confusão que isso provocou, né?

Os pais da menina agredida reclamaram. Os pais das agressoras ficaram arrasados, se perguntando onde erraram na educação das filhas. Por sorte, os casais são amigos e puderam conduzir a história com maturidade. Procuraram mostrar às crianças o quanto elas sofreriam se estivessem na posição da menina agredida. E o quanto esse tipo de constrangimento é odioso. Tentaram mostrar, também, que não podemos dizer pela internet aquilo que não temos coragem de expressar pessoalmente.

As agressoras choraram. De vergonha e arrependimento. Demonstraram, sinceramente, não ter noção dos danos que estavam provocando. Achavam que, se fossem francas com a amiga, ela perceberia que precisava mudar seu comportamento.

Superada a crise (pelo menos aparentemente), as quatro continuam amigas. Passam as tardes juntas na escola, dormem na casa de uma ou de outra nos finais de semana, se falam por telefone, trocam mensagens pelo Orkut. Mas esse episódio foi uma grande lição. Para as crianças e para os adultos.

A outra história aconteceu com um menino de 10 anos, bastante querido pela turma. Por alguma razão, ele se esforça para ser identificado como um bom camarada. Comete atos de generosidade exagerada. Está sempre dando algum presente a alguém. Brinquedos caros, balas, figurinhas disputadas etc. Faz tudo o que lhe pedem. Em troca de afeto, talvez? Um dia desses o “gente boa” deu a senha de seu perfil no Orkut a uma colega de sala.

O que aconteceu? A menina se fez passar por ele e enviou xingamentos a várias colegas. Soltou o verbo e o veneno. “Você é feia”, “não quero namorar você”, “fulano não gosta de você”, etc. Foi uma confusão. Todas as meninas se voltaram contra ele. As mães das garotas foram tirar satisfação com a mãe do menino. Até essa mulher conseguir entender o que aconteceu e provar às outras que ele não era ele, muito sofrimento rolou.

Esses e outros episódios me levam a crer que a garotada que sabe tudo de internet está completamente perdida no que diz respeito às regras de convivência nesse novo ambiente. Em habilidade tecnológica, essa geração é nota 10. Em discernimento e ética, merece zero.

Os pais e as escolas precisam enfrentar o problema. Sem rodeios. Sem fingir que é um mal menor. O primeiro passo é tentar entender a dimensão do ciberbullying. Existem poucas pesquisas sobre o assunto no Brasil. O estudo que mencionei no início desse texto foi realizado na Finlândia com 2,2 mil adolescentes entre 13 e 16 anos. Com a garantia do anonimato, eles relataram os episódios de ciberbullyig praticados nos seis meses anteriores. Nessa amostra, 7% se declararam agressores. Quase 5% relataram ser vítimas. Outros 5,4% disseram ter vivido os dois papéis (agressor e vítima).

Entre os problemas de saúde e/ou emocionais relatados pelas vítimas apareceram dores de cabeça, dores abdominais recorrentes, dificuldades de sono e sensação de insegurança na escola. Entre os agressores, verificou-se hiperatividade, problemas de conduta, dores de cabeça, abuso de cigarro e álcool etc. Todos esses problemas foram verificados entre os adolescentes que viveram os dois papéis (agressor e vítima).

Se os pais pudessem intervir precocemente, antes que as agressões se transformassem numa bola de neve, muito sofrimento poderia ser evitado. Mas como saber se a belezinha que você tem em casa é um tirano no mundo digital?

“Já conversei com pais arrasados ao descobrirem que seus filhos estavam envolvidos em investidas maldosas contra colegas de classe”, diz a hebiatra Maria Dulcinea Oliveira, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. O que eles podem fazer? Algumas sugestões da médica especializada no atendimento de adolescentes:

• mostrar aos jovens (ou às crianças) o impacto dos atos deles na vida do outro;

• obter informações sobre a vítima e seus pais para que, juntos, possam pedir desculpas;

• descobrir por que o agressor partiu para o ataque e ajudá-lo a rever os conceitos que tem das pessoas e do mundo;

• demonstrar interesse pelo mundo digital e, dessa forma, supervisionar de que forma o filho se comporta na internet.

É um bom começo, mas cada família precisa avaliar se está sendo capaz de transmitir aos filhos valores fundamentais como respeito, tolerância e educação. Dentro e fora da internet.

Cristiane Segatto

Fonte: RevistaEpoca.globo.com

No Comments

Ferramentas Open Source

Pessoal, acabo de visitar um site com uma lista muito bacana de ferramentas Open Source de testes de performance, gestão de projetos, gestão de testes, testes funcionais, gestão de defeitos, estimativas, controle de versão e gestão de requisitos. Vale a pena dar uma olhada!

Visitem http://www.mindomo.com/view?m=d1535d37f8b0aa6df765a1db90bfa317

Abraços! ;)

, , , , , , , , ,

No Comments

Criatividade não é pra qualquer um…

Realmente não é. Mas esses 5 aí deram um show de criatividade montando uma banda que toca música no Microsoft Word. Vale a pena ver…

, ,

No Comments

Sete mitos sobre a carreira em TI que precisam ser quebrados

A evolução dos profissionais do setor levou à criação de um comportamento padrão, mas que nem sempre deve ser seguido por quem busca o sucesso.
Ao longo do tempo, os profissionais que atuam na área de tecnologia da informação passaram a conviver com algumas regras extraoficiais e que, com o tempo, viraram um senso comum no setor. Assim, o que se vê hoje é que quem opta pela carreira em TI está sujeito a algumas regras e comportamentos que nem sempre são encontrados em outros departamentos.
A adesão cega a esse comportamento padrão de TI pode ser bastante prejudicial para os profissionais. A seguir, acompanhe sete mitos a respeito da carreira em tecnologia, que precisam ser quebrados pelo bem do setor:
1 – Trabalhar longas horas é sinônimo de sucesso. Trabalho duro representa um pré-requisito para a maioria das posições de TI, mas isso não é medido em horas no escritório. Uma agenda muito ocupada e extensa pode acabar afetando a produtividade, por conta da exaustão do profissional. Além disso, trabalhar até muito tarde todos os dias pode passar a impressão de que o profissional falha ao gerenciar seu próprio tempo.
Se as horas diárias de trabalho não são suficientes para cumprir com todas as atividades, o profissional precisa conversar com seu supervisor para estudar prioridades de projetos, delegar tarefas ou solicitar mais recursos para a companhia.
2 – Escolha uma especialidade e fique muito bom nela. O departamento de TI sempre precisará de especialistas em certas tecnologias, mas ser bem-sucedido no cenário atual requer a habilidade de expandir o escopo de atuação de acordo com as necessidades da empresa.
Com isso, o profissional não pode desperdiçar oportunidades de treinamento ou projetos que ajudem a ampliar suas competências. Ao demonstrar o comprometimento com a busca de novas habilidades, o profissional ganha mais chances de crescer na companhia.
3 – Agarre qualquer nova responsabilidade. A atitude do profissional que diz saber fazer de tudo não vai ajudar em nada se ele se responsabilizar por algum trabalho que não pode fazer. Quando alguém se voluntaria para projetos que se estão além das suas habilidades podem criar dores de cabeça para todo o departamento.
Em cada caso, o profissional deve ser perguntar se tem o que é necessário para executar o projeto. Em algumas situações, faz mais sentido ter um papel coadjuvante e aproveitar para ganhar aprendizado.
4 – Sempre busque promoções. É fácil se deslumbrar com um cargo mais pomposo ou um salário mais alto, mas antes de aceitar uma promoção é bom considerar todos os impactos da mudança, incluindo o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
É interessante ponderar também se haverá tempo de devotar tempo às tarefas profissionais que dão mais prazer. Aceitar um papel com mais responsabilidade só pelo salário ou pelo prestígio pode minar a satisfação e acelerar a morte da carreira.
5 – Quanto mais certificações, melhor. O mercado é altamente competitivo, razão pela qual alguns profissionais são tentados a buscar cada nova certificação que aparece. Mas essas credenciais só têm valor quando associadas a alguma experiência.
A escolha pelos treinamentos e certificações deve estar de acordo com as atividades de trabalho atuais e aquelas vislumbradas no futuro pelo profissional.
6 – Acima de tudo, impressione o chefe. A reputação do profissional de TI é construída com diversas esferas da organização. Assim, quem atua no setor não deve estar preocupado apenas em agradar o superior, mas deve também manter um bom relacionamento com os profissionais de outras áreas de negócio.
O profissional que ajuda seus pares sempre que possível, sem se desgastar demais, está em vantagem, pois ele tem aliados para os próprios projetos em momento difíceis, de prazos apertados. E o chefe gosta mais de prazos cumpridos do que de reverências.
7 – Seja discreto. O profissional de TI padrão tem medo de ser percebido na organização como fofoqueiro ou de ser desagradável ao tentar a socialização. No entanto, gastar um pouco de tempo todos os dias para manter conexões pessoais com pessoas de toda a companhia é essencial para a saúde da carreira. Relações informais tornam o networking (rede de relacionamento) mais forte e pode abrir novas oportunidades de emprego.
Uma definição resume as dicas: a melhor forma de mostrar à empresa que tem valor é proporcionar resultado. O profissional deve focar nos maiores benefícios que pode trazer ao empregador, sem se preocupar se as pessoas estão enxergando o quão duro você trabalho e o que você alcança. A forma mais interessante de manter a evolução na carreira é deixar um rastro de sucesso consistente.
*Dave Willmer é diretor-executivo da divisão de tecnologia da operação norte-americana da Robert Half

A evolução dos profissionais do setor levou à criação de um comportamento padrão, mas que nem sempre deve ser seguido por quem busca o sucesso.

Ao longo do tempo, os profissionais que atuam na área de tecnologia da informação passaram a conviver com algumas regras extraoficiais e que, com o tempo, viraram um senso comum no setor. Assim, o que se vê hoje é que quem opta pela carreira em TI está sujeito a algumas regras e comportamentos que nem sempre são encontrados em outros departamentos.

A adesão cega a esse comportamento padrão de TI pode ser bastante prejudicial para os profissionais. A seguir, acompanhe sete mitos a respeito da carreira em tecnologia, que precisam ser quebrados pelo bem do setor:

1 – Trabalhar longas horas é sinônimo de sucesso. Trabalho duro representa um pré-requisito para a maioria das posições de TI, mas isso não é medido em horas no escritório. Uma agenda muito ocupada e extensa pode acabar afetando a produtividade, por conta da exaustão do profissional. Além disso, trabalhar até muito tarde todos os dias pode passar a impressão de que o profissional falha ao gerenciar seu próprio tempo.

Se as horas diárias de trabalho não são suficientes para cumprir com todas as atividades, o profissional precisa conversar com seu supervisor para estudar prioridades de projetos, delegar tarefas ou solicitar mais recursos para a companhia.

2 – Escolha uma especialidade e fique muito bom nela. O departamento de TI sempre precisará de especialistas em certas tecnologias, mas ser bem-sucedido no cenário atual requer a habilidade de expandir o escopo de atuação de acordo com as necessidades da empresa.

Com isso, o profissional não pode desperdiçar oportunidades de treinamento ou projetos que ajudem a ampliar suas competências. Ao demonstrar o comprometimento com a busca de novas habilidades, o profissional ganha mais chances de crescer na companhia.

3 – Agarre qualquer nova responsabilidade. A atitude do profissional que diz saber fazer de tudo não vai ajudar em nada se ele se responsabilizar por algum trabalho que não pode fazer. Quando alguém se voluntaria para projetos que se estão além das suas habilidades podem criar dores de cabeça para todo o departamento.

Em cada caso, o profissional deve ser perguntar se tem o que é necessário para executar o projeto. Em algumas situações, faz mais sentido ter um papel coadjuvante e aproveitar para ganhar aprendizado.

4 – Sempre busque promoções. É fácil se deslumbrar com um cargo mais pomposo ou um salário mais alto, mas antes de aceitar uma promoção é bom considerar todos os impactos da mudança, incluindo o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

É interessante ponderar também se haverá tempo de devotar tempo às tarefas profissionais que dão mais prazer. Aceitar um papel com mais responsabilidade só pelo salário ou pelo prestígio pode minar a satisfação e acelerar a morte da carreira.

5 – Quanto mais certificações, melhor. O mercado é altamente competitivo, razão pela qual alguns profissionais são tentados a buscar cada nova certificação que aparece. Mas essas credenciais só têm valor quando associadas a alguma experiência.

A escolha pelos treinamentos e certificações deve estar de acordo com as atividades de trabalho atuais e aquelas vislumbradas no futuro pelo profissional.

6 – Acima de tudo, impressione o chefe. A reputação do profissional de TI é construída com diversas esferas da organização. Assim, quem atua no setor não deve estar preocupado apenas em agradar o superior, mas deve também manter um bom relacionamento com os profissionais de outras áreas de negócio.

O profissional que ajuda seus pares sempre que possível, sem se desgastar demais, está em vantagem, pois ele tem aliados para os próprios projetos em momento difíceis, de prazos apertados. E o chefe gosta mais de prazos cumpridos do que de reverências.

7 – Seja discreto. O profissional de TI padrão tem medo de ser percebido na organização como fofoqueiro ou de ser desagradável ao tentar a socialização. No entanto, gastar um pouco de tempo todos os dias para manter conexões pessoais com pessoas de toda a companhia é essencial para a saúde da carreira. Relações informais tornam o networking (rede de relacionamento) mais forte e pode abrir novas oportunidades de emprego.

Uma definição resume as dicas: a melhor forma de mostrar à empresa que tem valor é proporcionar resultado. O profissional deve focar nos maiores benefícios que pode trazer ao empregador, sem se preocupar se as pessoas estão enxergando o quão duro você trabalho e o que você alcança. A forma mais interessante de manter a evolução na carreira é deixar um rastro de sucesso consistente.

* Dave Willmer é diretor-executivo da divisão de tecnologia da operação norte-americana da Robert Half

Fonte: Computerworld

No Comments

Remake de Doom com uma nova arma: Vuvuzela

Creio que 95% dos leitores deste blog já jogaram Doom (pelo menos os que tiverem mais do que uns 22 anos de idade). Então curtam esse remake com uma nova “super arma”…

,

No Comments

Caixa filia-se ao consórcio WWW – W3C

Adesão ao World Wide Web Consortium permitirá ao banco ampliar a oferta de serviços baseada na Internet e promover maior acessibilidade dos cidadãos às novas tecnologias.

A Caixa Econômica Federal  e o World Wide Web Consortium (W3C) firmaram, hoje(9), em São Paulo (SP), a assinatura de adesão do banco ao consórcio. Com o acordo, a Caixa é a primeira instituição financeira do Brasil a se filiar a esse consórcio internacional de empresas que é voltado ao desenvolvimento de tecnologias visando ao crescimento da Internet em todo o mundo.

A ação foi realizada durante o encontro do CIAB-Febraban com a participação da vice-presidente de Tecnologia da CAIXA, Clarice Copetti, que declarou na ocasião: “A CAIXA possui 49 milhões de clientes, temos um dos sites bancários mais acessados do mundo pela diversidade de serviços  que prestamos à população brasileira como  habitação, loterias e fundo de garantia e, portanto, precisamos implementar  os padrões que ampliem e facilitem  acesso a informações e serviços deste banco 100% público”.

Também presente na mesma oportunidade, o gerente do escritório do W3C no Brasil, Vagner Diniz, observou que “a iniciativa da CAIXA, além de proporcionar acesso às novas tecnologias como HTML 5 e CSS 3, também vai inserí-la na discussão internacional em torno de padrões específicos para acesso a dados financeiros na web (XBRL) e para segurança da informação (XML Security)”.

Com a filiação, a CAIXA vai poder se relacionar continuamente com os maiores especialistas do mundo da Web que definem os padrões internacionais. Assim, poderá se antecipar ao mercado na oferta aos seus usuários de sítios na Internet que se caracterizem pela excelência em acessibilidade, independência de navegadores, dispositivos e plataformas operacionais, garantindo dessa forma total interoperabilidade. Trata-se, portanto, de uma iniciativa cujo propósito é proporcionar de fato uma Web para todos.

Além disso, a filiação é de grande relevância para a empresa, já que vem ao encontro de sua política de inovação tecnológica, alinhada às diretrizes do Governo Federal, aderente aos padrões abertos estabelecidos que prevejam a oferta de produtos e serviços com uso intensivo de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Fonte: Carlinhos Cecconi (W3C Brasil) por email

W3C Brasil: http://www.w3c.br/

No Comments

Quando programadores vão ao oftalmologista…

Fonte: Nerdson.com

No Comments

A importância da sua opinião na web

Estava lendo agora a pouco um artigo da Globo.com sobre compras online. Uma pesquisa realizada chegou a conclusão de que mais de 90% das pessoas pesquisam na web antes de comprar. Isso me fez pensar em algo que nunca tinha me atentado muito: a importância da minha e da sua opinião na web.

Além dos preços, pesquiso opiniões de qualquer coisa que eu vá comprar. Celular, tênis, cds, dvds… E muitas das opiniões que li foram importantes para que eu tomasse a decisão de comprar ou não. E posso afirmar que, com exceção de roupas (somente pela necessidade de experimentar, rs…) 95% de todas as compras que faço hoje são pela web.

Já escrevi várias opiniões sobre coisas que comprei (a última foi sobre um notebook Dell), principalmente produtos “high-tech”. Mas acabo de reler o post e pensei: “se eu estivesse pesquisando sobre este notebook para comprar, estas informações seriam suficientes?” A resposta é não.

A partir de hoje com certeza irei gastar mais tempo e escrever com mais detalhes sobre estas questões… Tanto de produtos que me deixaram satisfeitos quanto aqueles que só nos fazem “passar raiva”… E você? Pense em ajudar as outras pessoas com a sua opinião!

Um abraço.

No Comments

Cuidado com o que você escreve na web…

Nós, os profissionais de TI, muitas vezes não avaliamos os possíveis impactos do que escrevemos na web.  Você costuma escrever sobre a empresa onde trabalha? Acabei de ler uma reportagem interessantíssima na Globo.com sobre este assunto. Veja algumas dicas para os funcionários e para as empresas…

Funcionário
Avalie o peso de sua opinião na empresa e no mercado antes de postar uma mensagem. Quanto maior o cargo, maior a responsabilidade pelo que é dito.
Tenha em mente quem ou o que poderá atingir com suas opiniões. Tenha consciência de que clientes, chefes e subordinados poderão ler o que escreve.
Lembre que a internet é um ambiente público, onde a repercussão de qualquer assunto é abrangente e rápida.
Entenda que se existem porta-vozes pré-definidos na empresa é porque existem razões para isso. Não se comprometa com assuntos que não são de sua responsabilidade.
Pense no futuro e em como as opiniões ditas de maneira impensada podem impactar suas relações profissionais.
Empresa
Oriente os funcionários sobre a demasiada exposição nas mídias sociais
Estabeleça critérios de comunicação para os profissionais e denomine porta-vozes na empresa
Mantenha um canal aberto para dúvidas e aconselhamentos sobre qualquer tipo de comunicação que o funcionário estabeleça
Alerte os funcionários a serem sempre profissionais nas colocações e posicionamentos na internet ou em qualquer meio público
Fonte: Eline Kullock, presidente do Grupo Foco

Para ler a reportagem completa, clique aqui.

No Comments