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Testando o CyanogenMod 12

CyanogenMod

CyanogenMod

A tempos ouço falar muito sobre o CyanogenMod, a room mais famosa existente para o Android. Ja vi o Cyanogen rodando no aparelho de alguns amigos (Galaxy S4, One Plus) mas nunca tinha utilizado em nenhum aparelho meu. Na semana passada, juntei a vontade de mandar o Touchwiz (ECA!) pro espaço e a curiosidade e instalei no meu Samsung Galaxy Note 3.

Segundo o site oficial, o CyanogenMod é uma distribuição melhorada do firmware open source para smartphones e tablets baseado no sistema operacional Android, que oferece recursos e opções não encontradas no firmware oficial distribuído pelos fabricantes.

Como meus últimos aparelhos foram Motorola (Moto X, Moto X 2ª Geração e Moto Maxx), não valia a pena instalar o CyanogenMod porque o Android da Motorola é muito enxuto e sem “fru-frus” como o sistema distribuído pelas outras fabricantes (Touchwiz da Samsung, Xperia UI da Sony, Optimus UI da LG…). Inclusive, as poucas modificações realizadas no Android da Motorola são sensacionais.  Mas o Touchwiz é realmente bem fraquinho (com exceções, pois o funcionamento do botãozinho da S Pen e o S Voice são bem legais)…

A Instalação

Muito tranquila. Utilizei o Skipsoft Unified Android Toolkit pra fazer o flash no bootloader. Daí fiz um backup da rom original, copiei a versão 12 Nighlty do Cyanogen pro cartão SD e pronto. Após executar a instalação, tudo fica pronto em menos de 2 minutos. Não vou ficar entrando em detalhes sobre o procedimento de instalação porque tem muito conteúdo por aí sobre isso. O importante é: FAÇA O BACKUP!

Utilizando o Cyanogen

A ativação é bem parecida com o Android padrão. Configuração do wifi, conta Google etc… Fiquei preocupado porque bem no início do processo recebi umas mensagens de processos travados (não me lembro exatamente qual), mas segui em frente e os problemas de travamento de processo acabaram depois que fiz todas as atualizações disponíveis na Play Store.  Depois disso, foi só alegria. Tenho um Galaxy Note 3 funcionando perfeitamente e com um Android 5.1 enxuto e rodando lisinho.

Algumas funcionalidades do Cyanogen que tenho utilizado bastante:

– Toque com volume crescente
– Gerenciador de arquivos do Cyanogen
– Personalização dos atalhos da barra de notificações- Equalizador de som avançado
– Menu de desligamento avançado (opções de bootloader, captura de tela e outros)
– Perfis de sistema (Automóvel, Padrão, Silencioso e o que mais você quiser) onde você pode padronizar configurações para situações específicas

Mas… Sim, existem bugs

Até o momento, percebi três probleminhas:

– Às vezes, quando não atendo uma chamada, ela vai pra barra de notificações como não atendida e recebo uma mensagem de alerta informando que o Discador parou. Tirando a mensagem chata, não afeta o uso em nada.
– Às vezes, quando saio de um lugar com wifi, o Android não consegue “ativar” o plano de dados. Preciso ir lá nas configurações de uso de dados, desligar o uso de dados da rede de celular e ativar novamente. Mas só às vezes. Esse é um probleminha chato, porque da primeira vez eu nem percebi e fiquei um tempão desconectado sem saber.- Perfis do Android não estão funcionando direito. Esse é bem chato… Consigo criar um novo perfil, mas não consigo setar um nome pra ele. Fica somente como “Owner” (perfil padrão) e “Novo usuário”. Mesmo com esse problema, pra mim já melhorou, pois o Touchwiz nem traz a funcionalidade de perfis de usuário.

E então, vale a pena instalar o Cyanogen no meu smartphone?

Essa é uma pergunta que só você pode responder, mas a minha dica é: Se você tem um aparelho recente da Motorola com o Android 5.1 já rodando ou um Nexus, não acho que vale a pena. Se você tem algum aparelho da Sony, Samsung ou LG, mesmo que rodando o Android 5 ou 5.1 e não curte os fru-frus das interfaces, acho que você deve conhecer como é um Android mais puro. Provavelmente você vai gostar.

Qualquer coisa, comenta aí! Vou gostar de saber a opinião de vocês sobre o Cyanogem :)

Site oficial: http://www.cyanogenmod.org/

Abraços!

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Motorola Moto X: O Smartphone mais “smart” que já conheci

Olá pessoal!

Este ano tive a oportunidade de usar o Moto X por um tempo (aproximadamente dois meses). É um aparelho que não tem um hardware de ponta, mas que não deixa a desejar em nada. Como dá pra ver pelos posts anteriores, não sou de ficar falando sobre comparações muito técnicas de especificações de hardware, então vamos para os diferenciais que me maravilharam na prática.

Motorola Moto X

Hardware

Digamos que o aparelho tem o tamanho perfeito para caber na sua mão. Tem a tela levemente curva, um fundo meio emborrachado que dá uma sensação de segurança ao segurar. As bordas são bem aproveitadas (não tão bem aproveitadas quanto no Nexus 5, que vou falar em breve). Como saí do Lumia 920, que é “peso pesado”, foi um grande alívio pegar um aparelho relativamente fino e MUITO mais leve.

Bateria

Sensacional! Durabilidade suficiente pra um dia usando bastante (quando digo bastante, uso bastante MESMO). Fiquei bem surpreso, pois as funcionalidades do assistente e tela inteligente  (que vou falar abaixo) dão uma sensação que vão gastar muita bateria, mas parece que a Motorola pensou muito bem nisso pra não dar um tiro no pé.

Motorola Assist

Pode parecer bobo, mas no dia a dia é um grande diferencial. O Motorola Assist tem 3 funções:

Dormindo: Não sei vocês, mas eu ponho o meu celular somente para vibrar quando estou dormindo. Mesmo assim, algumas ligações fora de hora e notificações ainda me acordam se estiver naquele sono leve. Com o assistente, você pode definir um período (de 23:00 às 08:00, por exemplo) que o celular silenciará automaticamente.  Aí você me pergunta: Ah, mas isso aí eu consigo com o AutomateIt e vários outros apps.  Sim, mas tem um detalhe:  o Moto X toca se algum dos seus contatos favoritos te ligarem ou alguém ligar mais de uma vez no período de 5 minutos (configurável). Inteligente, não?

– Em reunião: Esse eu não usei muito, mas o assistente identifica pelo seu calendário quando você está em reunião  silencia o celular. Também envia mensagens avisando quem te ligar.

– Dirigindo: Bem legal também. Pelo GPS, o assistente identifica que você está dirigindo e, caso o celular receba uma chamada ou um SMS, ele simplesmente te avisa quem está te ligando e com comandos de voz você pode atender ou recusar a chamada. Caso seja um SMS, ele lê a o remetente e a mensagem pra você, dando também a possibilidade de responder a mensagem.

Ok, Google Now

Comandos de voz realmente eficientes! Não precisa apertar nada, basta dizer “Ok, Google Now”, pois o Moto X está “prestando atenção” em você.  Daí a qualidade dos comandos de vocês impressiona. Você pode abrir aplicativos, efetuar ligação, etc. Inclusive, caso você “perca seu celular” (em um ambiente pequeno, claro), basta dizer “Ok, Google Now. Cadê meu celular?” e ele ativa um toque bem chamativo para te ajudar a encontrá-lo. Mais uma vez uma coisa aparente boba, mas muito útil.

Tela Inteligente

Uma coisa linda! Existem apps que fazem isso, mas não tão bem quanto o Moto X faz.

Tela inteligente do Moto X

As telas AMOLED tem capacidade de acender somente alguns pixels da tela, e o Moto X utiliza isso muito bem em sua tela inteligente. Ao receber notificações, aparece um ícone do app no centro da tela e, tocando o ícone, você lê a mensagem (seja SMS ou WhatsApp) ou o resumo do e-mail ou seja lá o que for que a notificação queira te mostrar.  Isso no dia a dia é MUITO útil, principalmente pra quem bloqueia o celular.

Enfim, essa foi a minha experiência com o Moto X.  Se você estiver lendo esse post com a intenção de comprá-lo e ainda estiver em dúvida, só posso te dizer uma coisa: vai na fé, você não vai se arrepender.

Quero deixar bem claro que nenhum post desse blog é patrocinado, ok? Não estou aqui falando bem do aparelho pra ganhar uma graninha por fora… Tudo que eu escrevo aqui são minhas experiências pessoais.

Abraço e até a próxima!

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Nexus versus Galaxy X: Qual a diferença?

Antes de comprar o meu Nexus, ou melhor, Galaxy X (???), fiquei em dúvida com relação ao nome do aparelho ser diferente no Brasil. Em uma rápida pesquisa na internet vi que o aparelho é exatamente o mesmo, com uma única exceção no hardware: nossa versão não possui ainda conectividade com redes 4G LTE.  O aparelho precisou ser lançado com outro nome no Brasil devido a problemas jurídicos (veja aqui), por isso ele chegou aqui com o nome de Galaxy X.

Além disso, existe outro detalhe no software: o Android do Galaxy X não é a imagem oficial do Google. O Galaxy X vem com o Android 4.0 Ice Cream Sandwich e só poderá ser atualizado pela a versão 4.2 Jelly Bean quando a Samsung tiver a boa vontade de liberar a atualização. Quando soube disso, minutos depois de comprar o aparelho, confesso que fiquei frustrado. Acabei tendo que abrir mão da garantia do aparelho para instalar a versão oficial do Google que é utilizada no Nexus americano, utilizando o GNex Toolkit. O processo foi bem simples e, como o hardware é  exatamente o mesmo do Nexus (com a exceção do 4G LTE, como já foi dito), não tive problema nenhum.

Então é isso, pe-pessoal. Até a próxima 😉

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Depois de um ano, de volta ao Android. Mas… Por quê?

A pouco mais de um ano, escrevi aqui sobre o motivo de ter comprado um iPhone. Semana passada, depois de pensar bastante, resolvi voltar pro Android e, como de costume, faço questão de falar pra vocês o motivo.

Quando comprei o iPhone, vários amigos falaram que era só “modinha”, que era um celular só pra mostrar “status”. Pode até ser, mas não pra mim. Os motivos que me levaram a comprar um iPhone foram os seguintes:

  • Estabilidade do sistema operacional;
  • Forma de atualização. A apple libera a atualização e já posso baixar de cara no meu celular;
  • Qualidade indiscutível do hardware, assim como qualquer outro produto da Apple;
  • Como disse na época, gosto é gosto. eu queria ter um e ponto.

Um ano se passou. Quando comprei o iPhone ano passado, ele veio com o iOs 4. Algum pouco tempo depois lançaram o 5, com o iPhone 4S (que não achei justificável comprar, por ser a mesma coisa que o 4 com um hardware melhor). A pouco tempo atrás lançaram o 6, junto com o iPhone 5. Como vocês já devem ter visto por aí, o design do iPhone 5 foi bem ridicularizado. Mas enfim, a questão é que, sinceramente, não vejo justificativa no sistema operacional ter evoluído duas versões mas, na prática, continua a mesma coisa. Entraram barra de notificações, iCloud, integração com isso, aquilo… Mas a impressão que tinha às vezes é que o iOs não evoluía o suficiente para justificar novas versões.

Uma das coisas que eu mais odiava no Android era depender das fabricantes para ter a versão do sistema atualizado. O que na verdade, nunca aconteceu nos dois aparelhos que eu tive. Mas o Google parece que está correndo contra o tempo. O último celular com Android que tive antes do iPhone foi um Samsung Galaxy Ace, com Android 2.1.  Usando o Android hoje, a evolução é perfeitamente perceptível, tanto no layout quanto nas funcionalidades e desempenho.

Por isso que esse fim de semana comprei um Nexus.

O Nexus não é o melhor hardware do mercado hoje, longe disso. Paguei quase o valor que o Galaxy SIII está custando, mas preferi um hardware  mais limitado (limitado, mas não fraco) e não ter problema nenhum com atualizações. A Google lança a nova versão do sistema e já está disponível pro aparelho, fácil fácil. As primeiras impressões desta volta ao Android não poderiam ser melhores.

Bom, se a Apple não se mexer e sair dessa “zona de conforto”, vai ficar pra trás logo logo. Afinal, o iPhone é um baita celular e o iOs é um baita sistema, mas nada é tão bom que não possa melhorar ainda mais.

Abraços!

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Novo Android: Samsung Galaxy Ace (GT-S5830B)

Depois de muitas alegrias e completa satisfação com o Android, resolvi evoluir para um aparelho um pouco melhor, o Galaxy Ace. Como sempre (rs), minha esposa herdou meu antigo Samsung Galaxy 3 e como não podia ser diferente, também está se amarrando no Android. Vamos às especificações:

Processador
Fabricante Qualcomm
Modelo MSM7227
Velocidade 800 MHz
GPU Adreno 200
Software
Sistema Operacional Android
Versão 2.2.1
Interface TouchWiz UI 3.0
Memória
ROM 512MB
Disponivel 158MB
Ecrã
Tipo TFT Capacitivo
Diagonal 3,5″
Resolução 320 x 480 pixels
Densidade 166,1 pixels/polegada
Comunicações Móveis
Bandas GSM850, GSM900, GSM1800, GSM1900, UMTS900, UMTS2100
Redes de dados CSD, GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA
Conectividade
Cartão de memória microSD(HC)
USB microUSB 2.0
Bluetooth 2.1 + EDR com A2DP
WiFi 802.11 b/g/n com DLNA
WiFi Hotspot Sim
Fotografia e Vídeo
Tipo Sensor CMOS
Resolução 5 Megapixels
Flash Sim, LED
Focagem automática Sim
Câmara de filmar 320×240 pixels, 20fps
Formatos gravação imagens JPEG
Formatos gravação vídeo 3GP, 3G2, MPEG4
Bateria
Tipo Iões de lítio
Capacidade 1.350mAh
Tempo de conversação Até 11h (2G) / Até 6h30mn (3G)
Tempo de espera Até 640h (2G) / Até 420h (3G)
Outras funcionalidades
Rádio FM Sim, RDS
Saída Áudio Jack 3,5mm
Receptor GPS Sim, compatível A-GPS
Bússola Sim, digital
Acelerómetro Sim
Dimensões
Corpo 112,4 x 59,9 x 11,5 mm
Peso 113g
Volume 77,4 cm3

Peguei o aparelho hoje, mas até agora só tenho elogios. Apesar do hardware não ser tão melhor que o do Samsung Galaxy 3, o desempenho do Android 2.2 Froyo é MUITO melhor, algo incomparável.

Bom, por enquanto é isso que tenho pra falar. Quem tiver dúvidas ou comentários, sinta-se à vontade. Se tiver alguma novidade atualizo o post!

Um grande abraço!

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Batalha dos recursos: iOS 4.2 e Android 2.3 (Gingerbread)

Por Cauã Taborda (Droids – Info Online)

O mundo dos smartphones está cada vez mais dividido em dois polos. De um lado estão os usuários de iPhone, do outro os do Android. Mas, com o passar das versões e do tempo, qual deles evolui mais? Que recursos foram adicionados e qual tem mais a oferecer?

Com esses questionamentos resolvemos levantar todos os recursos disponíveis no recém anunciado Android 2.3 (Gingerbread) e no iOS 4.2, última versão do sistema de dispositivos móveis da Apple.

Claro que não se pode deixar de lado a atenção em torno do smartphone da Apple. O hardware do iPhone 4 é muito bom e, mesmo com os problemas da antena, seu design elegante, sensibilidade e qualidade da tela são incontestáveis. Mas, para a felicidade dos fãs de Android, os aparelhos que utilizam a plataforma do Google não perdem. Há modelos com configurações e design bastante apurado, que nada perdem para o dispositivo da Apple.

Como é comum na briga pela liderança, os dois sistemas possuem bastante similaridade, já que devem manter o desenvolvimento tecnológico, acompanhar as tendências do mercado e sobretudo as necessidades dos usuários.

Mas há diferenças que podem fazer com que um usuário escolha um ou outro, ou ainda se arrependa da compra quando sentir falta de algum recurso. Para os que estão em dúvida ou pensam em passar de um lado para outro, colocamos os recursos de cada um deles frente a frente.

Uma grande desvantagem do Android é sua pluralidade de versões. Como a atualização para versões mais atuais depende dos fabricantes, muitos decidem prender os usuários e forçar a compra de um novo aparelho. Na Apple, que conta com um menor número de hardwares, as atualizações são mais justas e para todos.

Esse problema com o Android fica ainda mais grave quando se busca um aplicativo. Muitos desenvolvedores resolvem adotar a plataforma mais nova, deixando as versões anteriores no escuro. O próprio Google deixa de atualizar suas versões de aplicativos, como Gmail.

Do lado da Apple a falta de zelo com o consumidor é outra. A iTunes Store não estar disponível para os usuários brasileiros é uma falha grave. Comprar músicas e atualizar seus álbuns? Nem pensar. Há como fazer gambiarras, registrar uma conta com endereço dos Estados Unidos, mas tudo complicado e impensável para a maioria dos usuários.

Outro ponto negativo é a briga com a Adobe, que deixa os usuários de iPhone e iPad desprovidos de Flash. Coisa que não acontece no Android. Amarrar o usuário a outros produtos da empresa, ou autorizados, também é outro ponto negativo do sistema da maçã. As facilidades de rede seriam muito mais aproveitadas com o protocolo DLNA, não só com AirPlay e AirPrint.

Outro ponto que o Google sai na frente é o acesso à raiz do aparelho, como se ele fosse um pendrive. Basta espetar seu smartphone no computador e pronto. Dá para arrastar, apagar e renomear diretórios e arquivos. No iPhone só dá para retirar as fotos tiradas pela câmera do aparelho, todo o restante deve ser gerenciado via iTunes. Não dá para baixar um arquivo pelo seu telefone e depois transferir para o PC.

Você que chegou agora nesse mundo e os que já estão nele há várias versões, mesmo com seus defeitos Android e iOS estão muito a frente dos outros concorrentes (Symbian e BlackBerry). A briga entre os dois é cada vez mais acirrada. Quem ganha com a disputa são os usuários, que contam com mais opções e recursos interessantes para escolher. E você, caro leitor, qual escolhe? Compartilhe sua preferência.

Fonte: Droids – Info Online

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Info Exame lança blog sobre Android

Pessoal, acabei de conhecer um blog que a Info Exame lançou sobre Android. Vale a pena conhecer: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/droids/

Um abraço!

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Aplicações no Android? App Brain!

O App Brain é um daqueles softwares indispensáveis pros geeks que usam o Android. Ele permite que você gerencie as aplicações do seu celular pelo browser, realizando novas instalações, desinstalando aplicações e compartilhando sua opinião sobre elas na comunidade. Com o App Brain também é possível alterar o papel de parede do seu Android pelo site.

O App Brain disponibiliza pra você a lista das apps mais populares e também monta uma lista de todas as apps instaladas no seu Android para que você compartilhe com seus amigos. Eu inclusive já montem a minha, que virou uma página aqui do blog (clique aqui para visualizar minha lista de apps). Também é possível adicionar amigos, numa espécie de rede social de aplicações.

Enfim, vale a pena conhecer! Espero que gostem…

Um abraço!

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O poder do Foursquare

Boa tarde!

Ontem “descobri” este “brinquedinho novo”, o Foursquare. Já tinha dado uma olhada antes, mas até então o Foursquare era para mim um “negocinho que dizia aos meus amigos onde eu estava”, mas ontem parei para dar uma atenção melhor e tentar descobrir o motivo de tantas pessoas fazerem parte desta rede social.

Esta é a definição do Foursquare na Wikipedia:
“Foursquare é uma rede social e de microblogging que permite ao utilizador indicar onde se encontra e procurar por contactos seus que estejam próximo desse local. O aspecto lúdico vem do facto de ser possível acumular distintivos relativos a lugares específicos, um pouco como os autocolantes dos anos 70.

É uma definição interessante, mas para mim é muito mais que isso. Quantos de vocês já foram a um estabelecimento comercial (restaurantes, lojas, cinemas, shoppings ou qualquer outra coisa) e ficaram tão satisfeitos com o atendimento ou tão irritados que ficaram com vontade de colocar um anúncio no jornal para falar da sua indignação? Pois é, o Foursquare te dá a possibilidade de dar sua opinião ou comentário sobre o lugar onde você está, sendo ela positiva ou negativa.

Para saber mais sobre a utilização do Foursquare, leia este artigo do G1 Tecnologia, pois não vou entrar em detalhes técnicos. Este artigo tirou todas as minhas dúvidas!

O Foursquare está disponível para as plataformas Android, Blackberry, Iphone e Palm. Me parece que a versão pro Symbian ja está quase saindo…

Enfim, convido-o a conhecer o Foursquare se você também é da “geração conectada” e curte “softwares colaborativos” e redes sociais.

htp://www.foursquare.com

Um abraço!

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Co-fundador da Apple acredita que Android ganhará corrida entre smartphones

Em entrevista para o jornal holandês De Telegraaf, Steve Wozniak afirmou que sistema operacional do Google deve se equiparar ao iOS em breve.

O co-fundador da Apple, Steve Wozniak, afimou em uma entrevista para o jornal holandês De Telegraaf que o sistema operacional do Google, o Android, deve superar o iOS e conquistar uma fatia maior do mercado de smartphones. Wozniak acredita que o sistema da Apple atualmente é o mais bem acabado e, em termos de qualidade, é superior.

Apesar disso, o Android oferece mais opções para o usuário, tem mais funções e também deve dar um salto de qualidade em breve, de maneira semelhante a como o Windows dominou o setor dos computadores.

Wozniak também contou na entrevista sobre um projeto abandonado pela Apple em 2004. Segundo o co-fundador, a empresa de Jobs teria se unido com uma “conhecida companhia de tecnologia japonesa” para lançar um celular a frente de seu tempo.

Na ocasião, a Apple estava satisfeita com a qualidade do produto, mas a empresa japonesa queria algo a mais. O projeto acabou descontinuado depois do lançamento do iPhone, em janeiro de 2007.

Fonte: Olhar Digital

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